Sindjor-MT divulga finalistas de prêmio

Após decisão da Comissão Julgadora sobre as inscrições do Prêmio Mato-grossense de Jornalismo Pedro Rocha Jucá, o grupo aponta os seguintes finalistas em cada categoria, por ordem alfabética:

1 – Foto
Lindsey Bueno – Site AACC-MT
Myke Toscano – Hipernotícias
Rodinei Crescêncio – A Gazeta

2 – Televisão
Eduardo Brambilla – Série saúde – TVCA
Fernanda Fernandes – Alcoolismo infantil – TV Cidade Verde
Franchesca Bogo – Superfaturamento em medicamentos – TV Cidade Verde

3 – Internet
Izabela Andrade – Madrugada revela face nebulosa de avenida – 24 Horasnews
Kleber Lima – AGE aponta prejuízos - Hipernotícias
Rodrigo Vargas – Dívidas DVOP – Midianews

4 – Impresso
Alecy Alves – Série rio Cuiabá – Diário de Cuiabá
Caroline Pinnow – Para onde vai o lixo da construção civil? –Revista Única
Martha Baptista – A força que vem da floresta – Revista Bio (Rio de Janeiro)

6 – Estudante
Ana Adélia Jácomo – Clínicas contradizem relatório do CFP – Diário de Cuiabá
Bruna Pinheiro – Falta de mão de obra na construção civil – TV Crea-MT
Jéssica Benitez – Copa 2014: Crianças na mira do turismo sexual – Revista Única


7 – Rádio
Não houve classificação por não atender critérios do edital do prêmio.

8 – Mídia Comunitária
Não houve classificação por não atender critérios do edital do prêmio.

O resultado dos finalistas está no site da instituição (www.sindjormt.org.br).

Comissão Julgadora
Cuiabá, 20 de janeiro de 2012

Comentários

Anônimo disse…
Marmelada!!!!!
Nivaldo Queiróz disse…
Parabéns Diretoria do SINDJOR pela coragem e determinação em realizar este prêmio abrangendo todos os profissionais da imprensa de Mato Grosso. Parabéns a Comissão Julgadora e aos vencedores em cada categoria.
Nivaldo Queiróz é Jornalista e Radialista por formação acadêmica
SECOMM-UFMT
Jota Passarinho disse…
7 – Rádio - Não houve classificação por não atender critérios do edital do prêmio

Quais critérios...???

Bom, eu sempre fui avesso à entidades classistas, sindicatos, associações, ordem e outras, mas nunca deixei de participar. Porém, sempre desconfiado que por traz dessa ‘pseudo’ preocupação com a situação do trabalhador, na verdade, existem jogos de interesses e muita, muita maracutaia, alias, noticias sobre o assunto são veiculadas com freqüência. Certo dia, ao convidar um amigo e colega de trabalho para inscrever uma de suas matérias e participar do prêmio, fiquei surpreso com sua resposta. Ele me disse: “eu não participo desse tipo de coisa promovida pelo sindicato, porque eu já fui presidente dessa entidade e já fui jurado também, eu seu muito bem como isso funciona, é só rolo”. Mesmo assim tentei argumentar que as coisas mudaram e agora pode ser diferente. Meu amigo respondeu: “Participa e depois você me conta o resultado”. Diante do argumento do Sindjor que justifica a desclassificação das matérias de rádio por não atender a critérios do edital, fica claro que o meu amigo, ex presidente da entidade, tinha e tem razão quando disse ‘é só rolo’. E isso só aumenta ainda mais minha aversão a esse tipo de instituição, entidade ou sei lá o que, que com o discurso de lutar por melhorias de uma categoria trabalhista, busca mesmo é resolver e atender interesses próprios ou de grupos. Retaliação: Quando o deputado estadual, Mauro Savi apresentou o esboço do projeto de lei que cria o Conselho Estadual de Comunicação, defendido pelo Sindjor, eu fui e sou contra por entender que isso não resolve problema de ninguém, nem dos profissionais, das empresas de comunicação e muito menos da sociedade. Face a minha posição, a direção da entidade à época, demonstrou insatisfação com meu pensamento contrário. Então eu pergunto: Quem pode me garantir que a desclassificação das minhas matérias (duas), sob o argumento de não atender a critérios do edital, não seja uma retaliação por eu não apoiar o sindicato? Quero deixar claro que estou muito chateado, não por não ter ganhado o prêmio, pois tenho consciência plena de que se trata de uma disputa, e portanto, tem que haver vencedor e não vencedor. O que me deixou extremante aborrecido foi a desclassificação do meu trabalho com uma justificativa sem fundamento. Eu que sempre procurei incentivar os colegas a se filiarem e participarem da entidade, a partir de agora não o farei mais, além de passar a expor meu pensamento sobre a conduta dos seus dirigentes. Se o objetivo do evento foi incentivar e motivar os profissionais, a mim o efeito totalmente o contrário. Semana que vem estarei apresentando o pedido de desfiliação. De qualquer forma, o Sindjor está de parabéns pela iniciativa. Um abraço a todos. Jota Passarinho
Anônimo disse…
Parabéns pela iniciativa.. apesar da falta de organização. O material que foi entregue aos jurados (que não conhecemos se não na hora da entrega do premio demonstrou falta de transparência) foi feito, se eu não me engano, um dois dias antes da entrega do resultado. Por mais que as inscrições foram prorrogadas, o prazo para apreciação das matérias deveria ter sido ampliado. O número de cópias impressas solicitados também algo que causou espanto. Nove copias para cada trabalho?! No minimo um desperdício de papel já que, acredito, que pela fala de tempo, nem todas as matérias foram lidas. Algumas matérias finalistas (sem citar quais) foram consideradas fracas por um grupo de aproximadamente 30 jornalistas. Tenho conhecimento de muitos trabalhos inscritos de diversas categorias que mereciam destaque. Por fim... o tema Mato Grosso em foco não fez justiça a maioria dos trabalhos selecionados.
Vívian Lessa disse…
Achei ótimo a iniciativa do sindicato, só acho que faltou um pouco mais de clareza na escolha do tema. Inscrevi somente matérias que mostrava o lado positivo de ver o meu estado... tendo como base os materiais selecionados... acredito que o critério foi justamente ao contrário.
Keka Werneck, Diretora de Mobilização do Sindjor-MT. disse…
Anônimos, 1 e 2, não foi marmelada. Os resultados não agradam a todos muito menos aos que perderam. Mas perder com dignidade também é mérito. Até porque, entre os que se inscreveram, na minha opinião, ninguém perdeu e ganhou o jornalismo. Ao anônimo dois, peço desculpas por alguma falta de organização, porque somos estreantes em prêmio e lutamos muito para sair tudo certinho e saiu. Não houve erro ético, isso é muito importante. Ganhou quem tinha que ganhar. Agora, viu, anônimos, seria bom vocês se anunciarem dando nomes, vamos discutir numa boa, o Sindjor suporta críticas, isso é natural do processo. Quando ao Passarinho, eu penso justamente o contrário, rs, sempre fui à favor de sindicatos, mesmo com suas contradições e dificuldades. E esse prêmio não foi rolo não, alto lá. Fazemos lutas reais e não pseudo lutas. Rolo só se foi na época do seu amigo. Rolos ocorrem onde tem gente desonesta. Não é o nosso caso. A turma é boa demais!!!!!!!! Parabéns, genteeeeee. E agora, vamos em frente, rumo à campanha salarial deste ano. Vivian, as matérias podiam ter qualquer enfoque, desde que fossem boas!
Colegas de batalha do jornalismo...

Muitas coisas na vida nos chateiam. Mas aquelas que mais não contribuem p/ nada é a falta de sinceridade e honestidade. Este mundo precisa de homens e mulheres de atitudese de coragem. E críticas são as coisas mais bacanas dessa postura. Passarinho, primeiro, sua última frase do comentário, desmente tudo q vc falou antes, com todo o respeito.
Sei q vc está resignado por não ter atingido o objetivo. Mas na vida, qdo não temos obstáculos? Sobre os critérios q vc questiona, eles estão no edital, como pode ser lido e imagino q vc fez antes de se inscrever. Obrigado por vc se inscrever. E infelizmente, como vc pôde observar, não foi só a sua categoria que teve material recusado. Outras tb tiveram, como mídia comunitária. E esse relato do seu amigo, ex-presidente, pode ser opinião livre dele. Convoco ele então p/ participar mais e debater p/ melhorar. Agora, a opinião que não convence é que foi marmelada. Em foto, por exemplo, após coletar votos dos jurados, ficaram 3 fotos empatadas c/ mesmo número de votos, antes da definição de finalistas, hein??. Em impresso, idem, tb 3 matérias. Em TV, a mesma situação de empate e precisou os jurados ponderarem cada critério do edital p/ decidir quais seriam finalistas. Tinha q ser uma marmelada mto bem feita p/ dar empate de votos antes de definir finalistas, vc não acha? A crítica, como disse é válida, e estamos todos da diretoria prontos p/ recebê-la. Mas tem q ser com argumento. Gosto e não escondo de ninguém o debate público. Mas ele tem que ser honesto. E por fim, p/ anônimos 1 e 2: é fácil criticar e se esconder. Esta é a prática e espírito da covardia, q infelizmente tem q ser eliminada de todas as profissões e da vida cotidiana. Se a pessoa não tem coragem e convicções para fazer um bom debate, como acreditar em suas intenções??? E p/ aqueles q ainda duvidaram da lisura, registre-se q jurados e organizadores entraram madrugada adentro p/ realizar o melhor prêmio. Falhas ouve aqui e ali, mas elas não comprometeram a essência da premiação. Obrigado pela compreensão de todos e vamos debater mais nossa profissão sim, mas sem sangue na boca e c/ coragem. Jonas da Silva, jornalista Mtb 812/MT, diretor do Sindjor-MT e jurado.
Marcio Camilo disse…
Falhas sempre existirão e reclamações e críticas também. É normal, por mais que o prêmio fosse "perfeito" em organização, digamos assim.

A diretoria do Sindjor não deve dar a mínima moral para reclamações imbecis, sem nenhum argumento e, ainda para piorar, vinda de pessoas anômimas.

O que devemos analisar, discutir e promover um debate, são em cima das críticas construtivas e fundamentadas. Por exemplo, não concordo com a maioria das ponderações que o Passarinho colocou, mas vejo algumas críticas interessantes da parte dele.É o caso do Sindjor refletir sobre os questionamentos do Passarinho e se possivel chama-lo para uma conversa amistosa, nos sentido de esclarecer algumas questões e principalmente derrubar alguns preconceitos. É o que penso...

Marcio Camilo, Jornalista e voluntário no Sindjor
Marcela Brito disse…
Sindjor, parabéns pela iniciativa! Isso mostra o quanto o sindicato é atuante e integra a categoria. Sem dúvida, a união dos jornalistas será o fator decisivo para as próximas conquistas. Foi um evento muito especial.
Vívian Lessa disse…
Keka.. a minha interpretação foi, justamente, por ver o tema dos materiais que venceram....Gasto público ilícito, superfaturamento na compra de medicamentos, sofrimento de estrangeiros, 'privatização' do rio Cuiabá, turismo sexual. Não houve se quer uma matéria que mostrasse um lado positivo de Mato Grosso. Sei muito bem que não podemos fechar os olhos diantes destes problemas.. só acho que deveria ter tido um equilíbrio. Ora, se um prêmio de jornalismo escolhe só matérias com lado negativo, a sociedade tem razão de reclamar que, quando o estado é citado nacionalmente, são mostrados justamente esses temas...e bem sabemos que Mato Grosso não tem só esse foco.
Keka Werneck, Diretora de Mobilização do Sindjor-MT. disse…
Agora entendi, Vivian. E concordo!
Precisamos valorizar os assuntos da vida cotidiana.
Jota Passarinho disse…
Sobre o comentário da Vivian Lessa; Eu escrfevi duas matéiras, ambas tratavam do lado positivo do Estado que são: Qualificação profissional e a União dos poderes e sociedade no combate as drogas, mas, pelo que vejo, e ai eu concordo com Vivian, que o lado bom e as coisas boas que acontecem em Mato Grosso não são interessantes, pelo menos para o Sindjor. Ao amigo Jonas: Eu acho que sou 'tonto' porque ja li o edital do prêmio pelo menos 10 vezes e não consigo descobrir os critérios que levaram a desclassificação das minhas matérias. Abraços a todos.

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