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Da assessoria Após seis rodadas de negociação, mediadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Mato Grosso, o Sindic...

6 de out de 2011

Ata da Reunião Ordinária de 15/08/2011

SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO
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Ata da reunião ordinária do dia 15 de agosto de 2011

Ata da Reunião Ordinária do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso. No dia 15-08-2011, as 19h30, compareceram, na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, localizada na avenida Mato Grosso, os diretores (a) Marcia Raquel, Keka Werneck , Carlos Montaldon e demais jornalistas para debater as seguintes pautas: informes, dissídio, sede, viagens ao interior, jornal Sindjor  e convênio com a Unimed. Sobre os informes, o Carlos relatou aos presentes a viagem dele, juntamente com o Jonas, à quarta Bienal do Agronegócio do Centro Oeste. No encontro foi sugerida a criação de uma associação de jornalistas especializada em agronegócio. Na oportunidade, como representante do Sindjor no evento, o Carlos disse que emitiu uma opinião contrária à criação da associação. Mas também ponderou que os organizadores da bienal estavam confundindo jornalismo com propaganda. O segundo informe do Carlos foi sobre a lei da prefeitura de Várzea Grande. Ela determina que os jornalistas assessores de imprensa da prefeitura não podem ganhar salário abaixo do novo piso estipulado pela categoria. O Carlos disse que o projeto de lei ainda está parado na câmara de vereadores por conta do troca-troca de prefeitos que a cidade sofre. O Carlos se comprometeu a conversar com o secretário de Comunicação do município, Wilson Pires, ou marcar uma audiência com o atual prefeito Tião da Zaeli, para conseguir agilizar a sanção do projeto de lei.  A Keka também informou sobre as empresas que estão atrasando os salários dos funcionários. Ela sugeriu mandar um ofício, no sentido de autuar essas empresas que não honram com os compromissos trabalhistas. A Marcia explicou que essa medida será feita a partir do dia 18 deste mês, principalmente com o objetivo de informar sobre o novo piso da categoria. O Sindjor recebeu uma denúncia de que a TV Rondon está registrando os repórteres cinematográficos como cinegrafistas, com o salário de R$ 800. O Sindjor defendeu que alguma medida seja tomada no sentido de garantir que os profissionais sejam regularizados e que ganhem o mesmo piso dos jornalistas, no valor de R$ 1.500. O último informe foi sobre a produção da nota do Sindjor contra a falta de liberdade de expressão na câmara.  A nota acabou não sendo encaminhada. Os presentes na reunião chegaram ao consenso de que a nota havia “caducada”. Sendo assim foi decidido que o assunto “morreu”. Mas a proposta de reportagem retratando a falta de liberdade na câmara de Cuiabá continua. Quanto às pautas, a Marcia disse que está marcada, na quarta-feira (18), no Tribunal Regional de Trabalho, uma nova audiência sobre o dissídio coletivo. Ela informou que nesta segunda feira (15) era o prazo para as empresas que foram arroladas aderirem ao novo piso. As mais recentes que aderiram ao novo acordo foram às empresas: Ícone e o Jornal Correio Várzeagrandense. Ficou combinado que haverá um mutirão para tentar falar com o maior número de empresas até a próxima quarta-feira de manhã. A ideia é avisar sobre o acordo coletivo que estabeleceu o novo piso da categoria, e que no dia 18 uma notificação chegará às empresas explicando a situação. A audiência no TRE acontecerá provavelmente de manhã. Além do presidente Téo, o Carlos e o Jonas se comprometeram a participar do encontro. Quanto à viagem ao interior, no município de Alto Araguaia, o Carlos se dispôs a ir e o Anderson também se comprometeu em participar de alguns eventos. Keka não confirmou se vai no dia 26 deste mês, pois tem um compromisso no dia 27. Ela também informou que o Gibran solicitou a presença do sindicato nos municípios de Barra do Garças e Rondonópolis. A definição de uma agenda, e das pessoas que vão fazer a viagem, ficou pra ser discutida, na terça-feira (16), pelo email do grupo. A ideia é resolver a questão até a segunda-feira (22). Com relação às matérias para o jornal, o “dead line” para quem ainda não escreveu os textos ficou para o dia 17, nesta quarta-feira.  O jornal vai ser em formato A4, com tiragem de mil a dois mil exemplares. Ainda não há uma data especifica para a publicação, que por enquanto terá apenas uma edição. Sobre a sede, a Marcia disse que o engenheiro ligou cobrando o projeto estrutural que ele fez da futura sede do Sindjor. Ela explicou que o combinado era pagar o engenheiro de forma parcelada, mas até agora, nenhuma parcela foi paga. A Marcia ficou de ir ao banco para ver a situação financeira do Sindjor e desse modo pagar o profissional. Quanto ao convênio com Unimed, a Marcia disse que o sindicato não pode se comprometer com os moldes do novo contrato que está sendo proposto pela Unimed. O contrato responsabiliza o Sindjor caso o jornalista não pague o convenio. Ela disse que a ideia é fazer uma reunião com a Unimed para discutir a questão. A Edinalva mandou um email para empresa para marcar uma reunião, mas não obteve resposta. A proposta continua sendo a mesma da reunião passada: pedir para o doutor Marcos entrar com uma liminar, que estipule a cobrança como é feita hoje, de forma pessoal. A tesoureira do Sindjor-MT, Marcia Raquel, encerrou a reunião e eu, Márcio Camilo, lavro a presente ata.

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