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Da assessoria Após seis rodadas de negociação, mediadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Mato Grosso, o Sindic...

23 de ago de 2011

QUEM SERÁ? - Campanha agride grevistas na TV


Uma campanha lançada em Mato Grosso, com o tema “Greve custa caro”, tenta colar nas paralisações a culpa pelo aumento nas tarifas pagas pela população. Ela é assinada pelo Fórum das Entidades Empresariais, mas ninguém assume a autoria. A única informação concreta é que trata-se da união de diversas entidades patronais.

A campanha já é alvo de investigação do Ministério Público do Trabalho de Mato Grosso (MPT/MT), que requisitou algumas informações para esclarecer o caso. A apuração está sob os cuidados da procuradora Thalma Rosa de Almeida, após reunião realizada entre o órgão e representantes do movimento sindical. Sindicalistas apontam que a campanha fere princípios da Organização Internacional do Trabalho (OIT), entidade da qual o Brasil é signatário, que condena qualquer atitude antissindical. Além disso, o direito à greve como último instrumento de pressão durante as negociações entre patrões e empregados é assegurado aos funcionários da iniciativa privada pela Constituição Federal e pela Lei 7.783, de 1989.

Para os servidores do serviço público, já existe o entendimento de aplicação da mesma lei. Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores no Estado (CUT/MT), Júlio Cesar Martins Viana, os movimentos grevistas são apenas reflexo de precárias condições de trabalho enfrentadas. “A campanha sonega mais 1 direito de todos os trabalhadores”. Segundo ele, este tipo de atitude nada mais é do que uma forma de intimidar grevistas, utilizando para isso a influência da opinião pública.

Matéria completa na edição impressa de A Gazeta desta terça-feira (23/08).

FONTE: Site Gazeta Digital

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