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NOVO PISO: Jornalistas e patrões firmam acordo coletivo de 2017

Da assessoria Após seis rodadas de negociação, mediadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Mato Grosso, o Sindic...

6 de jul de 2011

Audiência pode definir novo piso para jornalistas

Jornalistas e representantes de empresas de comunicação voltam a ficar frente-a-frente para discutir reajuste para a categoria e aumento do piso salarial para o Estado. Dessa vez, o encontro será na Justiça do Trabalho por causa do dissídio coletivo instaurado a pedido do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor/MT). 

A audiência ocorrerá no dia 13, às 9h, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Cuiabá. A categoria reivindica piso de R$ 1.580,00 e reajuste de 15% linear para quem ganha acima do mínimo exigido devido às perdas históricas acumuladas nos últimos anos. As cláusulas sociais, por outro lado, estão garantidas, já que foram consensuadas em acordo coletivo mediado pela Superintendência Regional de Trabalho e Emprego. 

Essa será a primeira audiência judicial depois de tentativas frustradas de se chegar um acordo com as empresas, que se mostraram irredutíveis até então e, mesmo com aumento de receita constante, insistem com o piso de R$ 1.467,00 e aumento de 6,3% - referente ao INPC acumulado em um ano. O dissídio foi instaurado através do advogado Marcos Dantas, assessor jurídico do Sindjor/MT.

FONTE: Sindjor/MT

Um comentário:

Robson Fraga disse...

Parabéns à nova diretoria do nosso sindicato. Desde cedo já se mostra preocupada em buscar uma melhor qualidade salarial para a categoria. Vemos, hoje, em Mato Grosso, diversas categorias mobilizadas, nas ruas, fazendo barulho e greve para que se enxergue que a 'paga' salarial no Estado é ruim e indigna. Se olharmos mais fundo, veremos a mesma desolação entre nós jornalistas. Infelizmente, não nos organizamos e paramos, mas pelo menos, agora, temos um sindicato tentando se fortalecer e mostrando que unidos somos mais. Vamos à justiça sim, colocar a boca no trombone e mostrar que além de formadores de opinião podemos ser 'uma voz' forte e respeitada pelos diretores das empresas que representamos.