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27 de jun de 2008

DEMOCRATIZAÇÃO

Videoconferência prepara encontro nacional de comunicação

A Bahia – em agosto de 2008 - é o primeiro estado brasileiro a realizar a conferência estadual de comunicação

ELZIS CARVALHO
Secretaria de Comunicação da AL


O sistema Interlegis, em parceira com a Assembléia Legislativa, realizou hoje (27), durante a manhã, uma reunião preparatória – por meio de videoconferência – à construção da Conferência Nacional de Comunicação, prevista para acontecer no primeiro semestre de 2009. O local do encontro ainda não foi definido.

Da reunião de hoje (27), a Comissão Pró-Conferência formatará uma ‘carta’, que será encaminhada ao presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, com o objetivo de garantir junto ao governo federal a realização da Conferência Nacional de Comunicação. O mesmo documento sugere, ainda, a edição de um Decreto Federal recomendando às unidades federativas para realização das conferências estaduais.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, Keka Werneck, o momento é oportuno para discutir como são feitas as concessões das empresas de comunicação no Brasil.

“Muitos brasileiros não sabem como as concessões de rádio e televisões são dadas, quem as estão explorando, e como elas estão sendo exploradas, em todos os Estados brasileiros. Nesse debate, de hoje, cada estado participante conta sua experiência”, destacou Werneck.

Já a tesoureira em exercício do Sindjor/MT, Márcia Raquel, disse que no encontro nacional, entre os temas a serem discutidos, está a criação do Conselho Nacional de Comunicação e as concessões públicas de rádios e TVs.

“A sociedade precisa saber como estão sendo utilizadas as concessões. Por que muitas delas – concessões – estão nas mãos de políticos, se a Constituição de 88 veda esse tipo de beneficio. É preciso discutir com mais profundidade às questões afetas à comunicação”, destacou Márcia Raquel.

Entre os participantes da videoconferência, o representante do Conselho Regional de Psicologia, Arlindo de Arruda Filho, afirmou que a programação levada ao ar pelas emissoras de TVs tem influenciado o comportamento de crianças brasileiras.

“Os meios de comunicação têm influência muito forte no contexto social. Desde a infância, elas (crianças) vêm assistindo programas que afetam à sua personalidade. Precisamos saber como essas programações são elaboradas”, analisou Arlindo Filho.

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