Sindjor na luta pela construção da sede
Desde o dia 03 de maio de 2010, está sendo realizada a campanha “com as pedras no caminho, construímos nosso muro de resistência”, que tem por objetivo arrecadar fundos para a construção da sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso.
Donos da mídia e Sindicato dos Jornalistas disputam piso na Justiça
Negociadores dos patrões da mídia permaneceram intransigentes e não aceitaram negociar qualquer valor acima de R$ 1.467 para o piso da categoria dos jornalistas no dia 14 de junho. Agora, o valor da remuneração será definido por dissídio coletivo junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MT).
06/03/2012
05/03/2012
Participe: Hoje tem Reunião Ordinária do Sindjor
SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO - Sindjor-MT
Filiado à Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e à CUT
Gestão “O sindicato é você” 2011 - 2013
Av. Mato Grosso, Nº 167, Sala 02, Centro Norte, Cuiabá-MT CEP 78005-030
http://www.sindjormt.org.br
E-mail: sindicatodosjornalistasdemt@gmail.com
CONVITE
O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), por meio da diretoria da entidade, convida todos sindicalizados, jornalistas e estudantes de jornalismo para reunião ordinária, nesta segunda-feira (05/03/2012), às 20h, na sede do Sindicato, para debater as seguintes pautas:
- Greve na Folha do Estado;
- Pendências do Prêmio;
- Seminário Interno;
- Questões administrativas;
- Outras;
Diretoria do Sindjor-MT
#GrevenaFolhadoEstado: Movimento completa 12 dias
A greve dos jornalistas da Folha do Estado completa hoje 12 dias e três descumprimentos de anúncio de pagamento. A última data de possível pagamento da folha de janeiro, anunciada pela empresa, foi sexta-feira (02/03), que novamente adiou para hoje (05). A manutenção da greve foi decidida em assembleia geral realizada na sexta, em frente ao prédio do jornal.
Os grevistas decidiram, ainda, divulgar, às 10 horas de hoje, a triste situação a toda sociedade, por meio das redes sociais e por meio de veículos que apoiam a causa da categoria. Convidam todos para ‘inflarem’ um ‘tuitaço’ com a expressão #GrevenaFolhadoEstado, com a finalidade de mobilizar moralmente os empregadores pelo pagamento.
O movimento grevista iniciou em 06 de fevereiro, quando, em assembleia geral, os jornalistas da Folha decidiram por parar caso o calendário proposto pela empresa não fosse cumprido, que previa pagamento do salário de dezembro de 2011 até 10 de fevereiro e de janeiro, até 17, também de fevereiro. O primeiro prazo foi respeitado, mas o segundo, não.
Diante disso, os jornalistas deflagraram greve em 22 de fevereiro, ainda em vigor. Dos 28 jornalistas que atuam na redação da Folha do Estado, 50% aderiram à greve e a outra metade segue trabalhando.
A greve se dá não apenas pelo atraso do pagamento do salário de janeiro, mas pelo desrespeito aos acordos, por ferir direitos trabalhistas e porque a empresa mantém a cultura do atraso. O salário de dezembro dos editores foi pago em 24 de fevereiro e sabe-se que houve funcionário da gráfica que recebeu o salário de dezembro apenas na semana passada. Lembra-se que o salário de fevereiro deverá ser pago até a próxima quarta-feira (5º dia útil do mês subsequente). Vale ressaltar que a greve foi pensada como instrumento após longo período de negociação e acordos descumpridos.
É importante pontuar que a Folha do Estado não é o único veículo que atrasa salários em Mato Grosso. No entanto, é onde a categoria está mais organizada e, por isso, é a única empresa em que os jornalistas deliberaram pela greve. O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) reforça o compromisso de lutar pela categoria e apoiará mobilizações em todos os veículos que adotem essa prática cruel de atrasar os salários.
Ao longo da mobilização, que começou em novembro do ano passado, os jornalistas da Folha do Estado têm cobrado respeito com os trabalhadores, e o direito básico de receberem os salários conforme estabelecido por lei e pelo Acordo Coletivo assinado entre o Sindjor-MT e a empresa em questão, válido até maio de 2012, que prevê o pagamento no quinto dia útil do mês subsequente.
Os jornalistas não suportam mais viver a insegurança de não saber quando receberão seu próximo salário, pois o pagamento não tem sido feito de forma regular há mais de um ano e os atrasos já chegaram a superar três meses. Além de se sentirem humilhados – por conviverem com cobranças – e prejudicados, ao arcar com juros, sendo que têm dinheiro a receber, por direito.
Essa situação precisa mudar! Não podemos permitir que trabalhadores sejam prejudicados, nem que as empresas banalizem os direitos trabalhistas e criem uma cultura imoral como essa – a do atraso salarial!
A Diretoria
UFMT de Barra do Garças contrata professor de jornalismo
O curso de graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus de Barra do Garças, tem uma vaga aberta para professor de jornalismo. As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de março na secretaria do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), Campus Universitário do Araguaia. O endereço é Avenida Governador Jaime Campos, nº 6.390, CEP: 78.600-000- Barra do Garças-MT. Mais informações pelo fone (66) 3405.5317 ou email: jornalismo_cua@ufmt.br
O candidato deverá ter disponibilidade para trabalhar nos turnos Matutino, Vespertino e Noturno.O regime de trabalho é de 40 horas semanais e a remuneração varia de acordo com a titulação - Graduado = 2.130,33/ Especialista = 2.265,78/ Mestrado = 3.016,52 / Doutorado = 4.300,00. O contrato é válido até 31/12/2012.
Para se inscrever o candidato deve apresentar: cópia do diploma de graduação e, se houver, diploma ou certificado de conclusão de Especialização, Mestrado ou Doutorado; cópia do RG e CPF; título com quitação eleitoral; reservista (masculino); PIS; currículo documentado e assinado; declaração de que o candidato não foi contratado nos últimos 24 meses com fundamento na Lei nº 8.745 e suas alterações.
29/02/2012
Justiça condena Diário de Cuiabá a pagar salários atrasados com multa
Atendendo reclamação trabalhista ajuizada pelo Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), a juíza Bianca Cabral Doricci condenou o jornal Diário de Cuiabá a pagar aos trabalhadores da empresa R$ 97.779,00. O valor é referente a quatro meses de salários atrasados e correção monetária. À decisão, cabe recurso.
A juíza proferiu a decisão, no último dia 16 de fevereiro, diante do atraso salarial referente aos meses de junho, julho, agosto e setembro de 2011. Assinada pelo advogado Marcos Dantas, a ação foi proposta em nome de 17 jornalistas do Diário de Cuiabá que convivem com o frequente atraso salarial há mais de uma década.
“Esperamos agora que os valores sejam pagos e a condenação executada integralmente, pois a empresa costuma criticar desmandos em outros setores, mas não olha para o próprio umbigo”, afirma Téo Meneses, presidente do Sindjor. O valor inclui multa de 1% ao mês, além da atualização monetária.
O Sindicato dos Jornalistas também ajuizou reclamação trabalhista contra a Folha do Estado por conta dos repetidos atrasos salariais. A ação ainda aguarda julgamento. Os repetidos atrasos já levaram os trabalhadores da empresa a suspender as atividades duas vezes em três meses.
28/02/2012
NOTA: Greve na Folha do Estado completa uma semana
O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) lembra que, nesta terça-feira (28), os jornalistas da Folha do Estado completam sete dias em greve devido ao atraso salarial das folhas de pagamento dos meses de dezembro e janeiro de repórteres e editores. A greve foi iniciada na quarta-feira passada (22), após o não cumprimento do cronograma proposto pela própria empresa, que havia se comprometido a quitar os atrasados até o dia 17 de março. Desde então, os trabalhadores seguem em greve.
Dos 28 jornalistas que atuam na redação da Folha do Estado, 50% aderiram à greve e a outra metade segue trabalhando. Na assembleia realizada nesta segunda-feira (27), os profissionais discutiram o andamento da mobilização e decidiram continuar em greve, considerando que os salários atrasados dos editores e repórteres ainda não foram pagos. Uma nova assembleia geral está agendada para esta quarta-feira (29).
É importante pontuar que a Folha do Estado não é o único veículo que atrasa salários em Mato Grosso. No entanto, é onde a categoria está mais organizada e, por isso, é a única empresa em que os jornalistas deliberaram pela greve. O Sindjor-MT reforça o compromisso de lutar pela categoria e apoiará mobilizações em todos os veículos que adotem essa prática cruel de atrasar os salários.
Ao longo da mobilização, que começou em novembro do ano passado, os jornalistas da Folha do Estado têm cobrado respeito com os trabalhadores, e o direito básico de receberem os salários conforme estabelecido por lei e pelo Acordo Coletivo assinado entre o Sindjor-MT e a empresa em questão, válido até maio de 2012, que prevê o pagamento no quinto dia útil do mês subsequente.
Os jornalistas não suportam mais viver a insegurança de não saber quando receberão seu próximo salário, pois o pagamento não tem sido feito de forma regular há mais de um ano e os atrasos já chegaram a superar três meses.
É preciso ressaltar, ainda, que esta greve é fruto dessa longa mobilização e não ocorre somente pelo atraso no pagamento do salário de janeiro dos repórteres e editores, mas sim pelos constantes descumprimentos da legislação trabalhista e dos compromissos firmados pela administração da empresa quanto a cronogramas de pagamento.
Essa situação precisa mudar, pois todo jornalista, assim como qualquer trabalhador, tem seus compromissos financeiros, família e contas para pagar. Afinal, ninguém trabalha apenas por amor.
COJIRA-MT: Sindicato lança comissão sobre igualdade racial
O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) criou oficialmente, nesta segunda-feira (27), a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira), tal qual já existe em sindicatos de outras partes do país.
A criação de uma comissão para tratar do tema é uma forma de o Sindjor-MT fomentar entre os jornalistas locais a reflexão sobre as desigualdades raciais em Cuiabá, Mato Grosso e Brasil, buscando contribuir para que este tema seja inserido na mídia de forma correta, mais frequente, aprofundada e crítica. Também vai significar maior inserção do sindicato nas discussões nacionais sobre o tema.
A Cojira-MT é aberta à participação de jornalistas ou não e pessoas das mais variadas identidades étnicas. Na reunião, ficou definido o envio de um texto comunicando a criação da comissão a todos os jornalistas cadastrados no mailing do Sindjor-MT.
Será criado um Grupo de Discussão Virtual para a comissão e os interessados em participar devem solicitar ao Sindjor a inclusão de seu e-mail na lista. Neste grupo, serão planejadas ações e encaminhamentos acerca do trabalho a ser desenvolvido pela Cojira..
Como pontapé, já foi aprovado, na reunião ordinária da entidade, nesta segunda, que o tema do II Prêmio Mato-grossense de Jornalismo Pedro Rocha Jucá, coordenado pelo Sindjor-MT, seja o “racismo”, e que as inscrições permaneçam abertas por longo período, facilitando a participação de todos. Outra sugestão foi a criação de um Caderno de Pautas e Fontes sobre Racismo.
Doutora em relações raciais e educação, a professora Cândida Soares da Costa esteve presente no sindicato, mostrando seu interesse em participar da Comissão. Ela, que integra o Núcleo de Estudos e Pesquisas Sobre Relações Raciais e Educação (NEPRE) da UFMT, falou sobre o papel da imprensa como participante da construção do imaginário social e de reprodução do racismo. “Os negros são a maioria entre os analfabetos do Brasil, têm a menor média de escolaridade e são menos de 6% entre os empregados com carteira assinada. Muitas matérias noticiam estes fatos como naturais e não como construções sociais. É preciso contextualizá-los, de onde vem esta realidade? O sindicato tem a função de buscar transformar esta realidade”.
6.3.12
Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso

